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“Em alguns dias dói. A tristeza puxa os cabelos, arranha a cara, machuca dentro. E a gente não tem mais nada pra fazer a não ser dizer que tá tudo bem. Porque vai passar, passa. Só que antes de passar maltrata. E, entenda, a pior dor é aquela que ninguém vê. Só ela, a tristeza.”
Clarissa Corrêa.    (via meapaixoneipeloseusorriso)

“Em alguns dias dói. A tristeza puxa os cabelos, arranha a cara, machuca dentro. E a gente não tem mais nada pra fazer a não ser dizer que tá tudo bem. Porque vai passar, passa. Só que antes de passar maltrata. E, entenda, a pior dor é aquela que ninguém vê. Só ela, a tristeza.”
Clarissa Corrêa.    (via meapaixoneipeloseusorriso)











“— Preciso de músicas novas.
— Preciso de você.
— Preciso de você com músicas novas de fundo.
— Também preciso de brigadeiro.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo e ouvindo músicas novas.
— Também preciso de…
— (interrompe) A verdade é que a gente não precisa de nada. A gente só precisa um do outro.
— Com uma música nova de fundo.
— E com brigadeiro.
— Pode colocar um filme romântico junto?
— Prefiro um terror.
— Um terror romântico?
— Um terror romântico com brigadeiro?
— E com você…
— E a música de fundo?
— A gente deixa pra outro dia.
— Mas perde a graça se não tiver trilha sonora.
— A trilha sonora a gente coloca depois.
— Tipo um filme que a gente grava tudo e depois coloca a trilha sonora?
— É.
— Vamos então?
— O que?
— Viver logo esse filme com brigadeiro.
— E depois colocar uma música nova de fundo…
— E depois assistir a ele todo de novo com brigadeiro.
— E viver assim sempre?
— Com você sim.
— Não vai cansar?
— Vai.
— E mesmo assim você repetiria tudo?
— Tudinho.
— Pra sempre?
— Pra sempre.
— Com brigadeiro e…
— E música nova de fundo.”

“— Preciso de músicas novas.
— Preciso de você.
— Preciso de você com músicas novas de fundo.
— Também preciso de brigadeiro.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo.
— Preciso de você comendo brigadeiro comigo e ouvindo músicas novas.
— Também preciso de…
— (interrompe) A verdade é que a gente não precisa de nada. A gente só precisa um do outro.
— Com uma música nova de fundo.
— E com brigadeiro.
— Pode colocar um filme romântico junto?
— Prefiro um terror.
— Um terror romântico?
— Um terror romântico com brigadeiro?
— E com você…
— E a música de fundo?
— A gente deixa pra outro dia.
— Mas perde a graça se não tiver trilha sonora.
— A trilha sonora a gente coloca depois.
— Tipo um filme que a gente grava tudo e depois coloca a trilha sonora?
— É.
— Vamos então?
— O que?
— Viver logo esse filme com brigadeiro.
— E depois colocar uma música nova de fundo…
— E depois assistir a ele todo de novo com brigadeiro.
— E viver assim sempre?
— Com você sim.
— Não vai cansar?
— Vai.
— E mesmo assim você repetiria tudo?
— Tudinho.
— Pra sempre?
— Pra sempre.
— Com brigadeiro e…
— E música nova de fundo.”